CURSO: ELABORAÇÃO DE PROJETOS
NTE CONCÓRDIA / MEC
PROFESSORA/TUTORA – KAREN A. S. AULER
CURSISTA – Cleide Galvan Bernardi
ATIVIDADE 2.4 – ANÁLISE DO PROJETO NA AÇÃO
1 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
1.1 Título do Projeto: Escola Sustentável.
1.2 Professores: Andréia Lúcia Parizotto, Andréia Rosane Longhini Balzzan, Carina Sândi, Cleide Galvan Bernardi, Dianete Matiolo Frigo, Iara R. S. Castro, Ivonete Zambom, Jane Elisa Wiltgen Savoldi, Jairo Lucas de Mello, Josânia Aparecida Jacovas, Lucilene Frigo Gorlin, Marisete Dal Bello, Noeli Terezinha Borsati da Silva, Rosana Maria Scarsatto, Tânia Maria Wiltgen Menegat e Terezinha Matiolo.
1.3 Escola: EEB Dois Irmãos.
1.4 Disciplinas: Todas as disciplinas curriculares (Artes, Biologia, Ciências, Educação Física, Ensino Religioso, Filosofia, Física, Geografia, História, Inglês, Língua Portuguesa, Matemática, Química e Sociologia).
1.5 Turma/Classe: Séries Finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio.
1.6 Duração Prevista para o Projeto: O Projeto que teve suas primeiras ações em 2007 não tem previsão para conclusão. Considerando a relevância e necessidade de se trabalhar a temática permanentemente, a escola tenciona tê-lo como parte integrante de suas atividades cotidianas, cujas ações serão avaliadas continuamente sofrendo alterações, modificações e até mesmo supressões se necessário.
2 ANÁLISE DAS AÇÕES DO PROJETO
2.1 Tema
Todos os alunos têm trabalhado com temas relacionados ao meio ambiente e sustentabilidade através de: Leitura e discussão de textos; Produção de poesia (Ensino Fundamental) e redação (ensino Médio), participando do Concurso Municipal do Programa de Coleta Seletiva do Lixo; Análise do ambiente externo da escola seguida de proposição de ações para aproveitamento dos espaços de maneira sustentável; Medição do terreno e dependências da escola seguida da elaboração da planta baixa do terreno e edificações; Registro fotográfico de todos os espaços atuais da unidade escolar, apresentado-os em slides; Construção de maquete da escola com as principais proposições para reaproveitamento dos espaços externos da escola; Apresentação da maquete para a comunidade na Feira Multidisciplinar em 21 de agosto.
2.2 Disciplinas
Na primeira ação do projeto todas as disciplinas estiveram diretamente envolvidas. No segundo momento, as disciplinas de Química, Física, Geografia e Sociologia realizaram um encaminhamento e acompanhamento mais intensificado das ações.
No primeiro momento, os principais conhecimentos mobilizados no projeto foram a base conceitual de sustentabilidade, problemas ambientais, produção e destinação correta do lixo, papel e responsabilidades do cidadão com o meio e com o ambiente em que está inserido os quais foram trabalhados por todas as disciplinas.
No segundo momento os estudos estiveram relacionados a medidas (área, cumprimento, largura, altura, redução de medidas), recorte, colagem, montagem, pintura, pesquisa, leitura e interpretação de textos, estudo sobre ervas medicinais (produção e indicação), coleta de ervas medicinais, preparo de chás, sendo realizados por um grupo de alunos do ensino médio, orientados pelas disciplinas supracitadas.
Para realização dos estudos, alunos e professores se apropriaram de diversos recursos tecnológicos, tais como: câmera fotográfica, computador, data show, internet, fita métrica, cortador de isopor, tesoura, impressora, serra, entre outros.
2.3 Objetivos
Os objetivos previstos estão sendo atingidos. Há certa lentidão em sua concretização em virtude da dificuldade de dedicação de tempo para planejamento e estudo por todas as disciplinas, devido ao cronograma e demanda de trabalho/estudo por elas assumidos anteriormente à proposição do projeto.
2.4 Ações
Dentre as ações previstas para o ano de 2010, até o momento foram concretizadas:
Reunião pedagógica com professores para início da Construção do Projeto;
Reunião com Assessoria da prefeitura municipal:Técnico Agrícola e Engenheira Agrônoma;
Avaliação do espaço externo escolar pelos alunos e professores, com proposição de ações voltadas para a sustentabilidade da escola;
Registro fotográfico dos espaços externos da escola antes do projeto, realizado por um grupo de alunos da 8ª série II;
Ajuntamento das ações propostas pelos alunos e professores, com encaminhamento para estudo de viabilidade de realização das ações no espaço escolar pela engenheira agrônoma e paisagista;
Participação no I Concurso Municipal de Coleta Seletiva do lixo;
Realização de estudos sobre meio ambiente e sustentabilidade por todos os alunos da escola;
Realização de oficina sobre a produção de Paródia sobre o meio ambiente com o Grupo de Idosos de Linha Imigra, por um grupo de alunos do Ensino Médio;
Adaptação de textos seguidos de dramatização sobre o tema em estudo pelos alunos da 8ª série I;
Medição do terreno e edificações da escola, seguido de construção de mapa/planta baixa da realidade física da escola, encaminhada para projeções das novas ações pela engenheira e paisagista;
Apresentação da 1ª versão do projeto de engenharia para análise e aprovação pela comunidade escolar;
Instalação de uma cisterna para captação da água da chuva (primeiras ações);
Reunião do grupo de trabalho para análise do projeto de engenharia, aprofundar o estudo teórico e planejar a construção de maquete para melhor visualização das proposições pela comunidade escolar;
Realização de pesquisas e estudos sobre cultivo e utilização de ervas medicinais, importância e construção das cisternas e composteira por um grupo de alunos da 1ª série do Ensino Médio;
Construção da maquete por um grupo de alunos da 1ª série do Ensino Médio com apresentação para a comunidade na Feira Multidisciplinar em 21 de agosto.
Nesta etapa, destacamos o interesse na análise e proposição de ações para melhoria do entorno escolar por todos os alunos do educandário; a realização da medição do terreno e edificações da escola e construção da planta baixa; a realização de estudo autônomo e construção da maquete pelo grupo de alunos do ensino médio, no contraturno escolar; a adaptação e apresentação teatral sobre o meio ambiente pelos alunos do ensino fundamental; e, as expressivas produções de poesias e redações do concurso.
Das ações propostas, estamos com dificuldades em envolver todas as disciplinas escolares para realização dos estudos teóricos que fundamentam cada ação do projeto, em virtude da falta de tempo para planejamento e estudo, devido ao cronograma e demanda de trabalho/estudo por elas assumidos anteriormente à proposição do projeto.
2.5 Atitudes
Dentre as principais atitudes e valores vivenciados durante a realização das ações do projeto, destacamos: sensibilização e dedicação pela causa ambiental; o interesse e participação na proposição e desenvolvimento das ações; o comprometimento, iniciativa, autonomia, responsabilidade e empenho no planejamento e realização das ações propostas; interesse pela pesquisa; interesse pelo conhecimento e consumo de alimentos orgânicos e chás.
2.6 Resultados
Resultados esperados na etapa 2010 que já foram alcançados:
Avaliação do espaço externo escolar pelos alunos e professores, com proposição de ações voltadas para a sustentabilidade da escola;
Estudo de viabilidade das ações propostas;
Elaboração de projeto de engenharia com as proposições de ações viáveis;
Construção de maquete para melhor visualização das proposições do projeto;
Participação de todos os alunos no Concurso Municipal referente à Campanha Castellense de Coleta Seletiva de Lixo;
Produção e dramatização de peças teatrais sobre os temas em estudo;
Início da construção da cisterna para captação da água da chuva;
Estabelecimento de parceria com a APP, Epagri e Prefeitura Municipal.
Resultados esperados na etapa 2010 que ainda não foram alcançados:
Ampliar a busca de parcerias junto à APP, Prefeitura Municipal, Epagri, SDR e voluntários da comunidade;
Promover a realização de palestras explicativas e orientadoras sobre construção/instalação de cisternas para captação da água da chuva; organização e preparo de canteiros para jardim e para produção de hortaliças, temperos e chás;
Instalação orientada de uma cisterna para captação da água das chuvas;
Avaliação do projeto pelos professores, alunos, comunidade escolar e comunidade em geral.
Para que todas as ações propostas sejam concretizadas plenamente, recomenda-se que representantes de todos os segmentos da comunidade escolar se reúnam para estabelecer as próximas metas/ações a serem executadas até o final do ano letivo. Momento em que se faz necessário estabelecer através do planejamento participativo a ação a ser executada por cada segmento: O que será realizado?, Quem realizará? Como realizará? Quando realizará? Com o que realizará?
domingo, 12 de setembro de 2010
CURSO: ELABORAÇÃO DE PROJETOS
NTE CONCÓRDIA POLO 2 – MEC
PROFª/TUTORA: KAREN ANGÉLICA SEITENFUS AULER
CURSISTA: Cleide Galvan Bernardi.
Atividade 2.5 Podcast com LEA FAGUNDES
Você educador, está pronto para a cultura digital? Através desta questão somos desafiados pela profª Lea Fagundes a refletir sobre nossa prática pedagógica e as TICs e o currículo de nossa escola.
Se pensarmos estar totalmente prontos não precisamos mais buscar, aperfeiçoar-nos, aprender. É preciso aprender sempre, principalmente em se tratando de tecnologias, de cultura digital.
E estar pronto para a cultura digital como nos desafia a profª. Léa, não é simplesmente levar toda tecnologia existente para a sala de aula, e sim fazer uso dela para melhorar nossa prática pedagógica em função de um ensino aprendizagem mais eficaz e de qualidade, fazendo de nós educadores e de nossos alunos, sujeitos ativos e participantes e não meros transmissores e receptores de informações.
Segundo Lucena e Funks (2000), a escola não pode mais ignorar a influência que as tecnologias exercem no processo de aprendizagem dos alunos (...). Não podemos ser ingênuos a ponto de acreditarmos que basta introduzirmos as novas tecnologias no currículo, que todos os problemas educacionais estarão resolvidos. As tecnologias não modificam, por si só nossa prática pedagógica. Na verdade, elas apenas servirão como meios de realização dessa prática. Tecnologia por si só não forma nem professor nem aluno.
Martha Kaschny Borges diz: “ A maneira de garantir o uso dos recursos tecnológicos como ferramentas pedagógicas de forma a contribuir para a produção de conhecimento dos alunos é planejar essa utilização, pois uma recurso tecnológico, por mais rico, envolvente e motivador que possa ser, jamais dispensa o trabalho de planejamento, que é tarefa do professor; jamais vai suprir seu papel enquanto orientador da atividade e mediador do conhecimento para o aluno. Nossos recursos tecnológicos são meios para a construção do conhecimento e não fins em si próprios”.
Diante disso, será que estamos realmente prontos para a cultura digital?
NTE CONCÓRDIA POLO 2 – MEC
PROFª/TUTORA: KAREN ANGÉLICA SEITENFUS AULER
CURSISTA: Cleide Galvan Bernardi.
Atividade 2.5 Podcast com LEA FAGUNDES
Você educador, está pronto para a cultura digital? Através desta questão somos desafiados pela profª Lea Fagundes a refletir sobre nossa prática pedagógica e as TICs e o currículo de nossa escola.
Se pensarmos estar totalmente prontos não precisamos mais buscar, aperfeiçoar-nos, aprender. É preciso aprender sempre, principalmente em se tratando de tecnologias, de cultura digital.
E estar pronto para a cultura digital como nos desafia a profª. Léa, não é simplesmente levar toda tecnologia existente para a sala de aula, e sim fazer uso dela para melhorar nossa prática pedagógica em função de um ensino aprendizagem mais eficaz e de qualidade, fazendo de nós educadores e de nossos alunos, sujeitos ativos e participantes e não meros transmissores e receptores de informações.
Segundo Lucena e Funks (2000), a escola não pode mais ignorar a influência que as tecnologias exercem no processo de aprendizagem dos alunos (...). Não podemos ser ingênuos a ponto de acreditarmos que basta introduzirmos as novas tecnologias no currículo, que todos os problemas educacionais estarão resolvidos. As tecnologias não modificam, por si só nossa prática pedagógica. Na verdade, elas apenas servirão como meios de realização dessa prática. Tecnologia por si só não forma nem professor nem aluno.
Martha Kaschny Borges diz: “ A maneira de garantir o uso dos recursos tecnológicos como ferramentas pedagógicas de forma a contribuir para a produção de conhecimento dos alunos é planejar essa utilização, pois uma recurso tecnológico, por mais rico, envolvente e motivador que possa ser, jamais dispensa o trabalho de planejamento, que é tarefa do professor; jamais vai suprir seu papel enquanto orientador da atividade e mediador do conhecimento para o aluno. Nossos recursos tecnológicos são meios para a construção do conhecimento e não fins em si próprios”.
Diante disso, será que estamos realmente prontos para a cultura digital?
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
CURRÍCULO E SUAS CARACTERÍSTICAS
CURSO: ELABORAÇÃO DE PROJETOS
NTE CONCÒRDIA POLO 2 – MEC
PROFª /TUTORA: KAREN ANGÉLICA AULER
CURSISTA: Cleide Galvan Bernardi.
Atividade 2.2 – Currículo e suas características
Currículo, tudo o que move a unidade escolar, é tudo o que acontece na escola. Não existe um único currículo na escola, mas inúmeros currículos redes, plurais, complexos e impossíveis de ser apreendidos em sua totalidade, diz Carlos Eduardo Ferraço (revista Pátio, fev/abril 2006).
O currículo tem que ser entendido como cultura real, que surge de uma série de processos. E pensar os currículos de uma escola pressupõe viver seu cotidiano, que inclui toda uma dinâmica das relações estabelecidas, diz Sacristán.
Segundo Nóvoa, o currículo precisa ser estruturado a partir de novos paradigmas, onde professor e alunos aprendem juntos, conforme itens a seguir:
ONTEM:
*Como se ensina?
*O conhecimento se transfere.
*O aluno é passivo.
*O conhecimento está pronto/verdade.
*Conhecimento desvinculado da realidade.
*Aprendizagem mecânica.
*Disciplinas.
*Objetivo da educação é o conteúdo.
*Os conteúdos são o fim em si mesmos.
*O professor é a fonte da informação.
*O professor é o transmissor do conhecimento (ENSINA).
*O professor deve dominar os conteúdos da sua disciplina.
HOJE:
*Como o aluno aprende?
*O conhecimento se constrói.
*O aluno é agente de seu aprendizado.
*O conhecimento é dinâmico.
*Conhecimento contextualizado, ancorado na realidade.
*Aprendizagem significativa, duradoura.
*Interdisciplinaridade, transversalidade.
*Objetivo da educação é o desenvolvimento de habilidades e competências, inteligências, atitudes e valores.
*Os conteúdos são os meios para o desenvolvimento de habilidades e competências, inteligências, atitudes e valores.
*As fontes da informação são os livros, CDs, DVDs, revistas, jornais, televisão, rádio, internet, celular.
*O professor é o mediador entre o conhecimento/aluno/realidade (FAZ APRENDER) e também aprende.
*O professor deve ser um especialista no processo de aprendizagem.
Fonte: (FERRAZ, 2002:186)
Dados retirados do Caderno Pedagógico, versão II CURRÍCULO de Maria Conceição Coppete, do Curso de Pedagogia a Distância da Universidade do Estado de Santa Catarina – Centro de Educação a Distância - CEAD, Florianópolis, 2003.
Um currículo pensado, trabalhado desta maneira, quebrando paradigmas e com o auxílio de todos os recursos tecnológicos disponíveis nos dias de hoje como ferramentas facilitadoras da aquisição do conhecimento para o aluno, transformando-o em aprendizagem significativa, faz toda a diferença em nossa prática pedagógica.
Os recursos tecnológicos devem ser usados como instrumentos mediadores, facilitadores no processo de ensino-aprendizagem, buscando sustentação para rompermos com a fragmentação entre teoria e prática.
NTE CONCÒRDIA POLO 2 – MEC
PROFª /TUTORA: KAREN ANGÉLICA AULER
CURSISTA: Cleide Galvan Bernardi.
Atividade 2.2 – Currículo e suas características
Currículo, tudo o que move a unidade escolar, é tudo o que acontece na escola. Não existe um único currículo na escola, mas inúmeros currículos redes, plurais, complexos e impossíveis de ser apreendidos em sua totalidade, diz Carlos Eduardo Ferraço (revista Pátio, fev/abril 2006).
O currículo tem que ser entendido como cultura real, que surge de uma série de processos. E pensar os currículos de uma escola pressupõe viver seu cotidiano, que inclui toda uma dinâmica das relações estabelecidas, diz Sacristán.
Segundo Nóvoa, o currículo precisa ser estruturado a partir de novos paradigmas, onde professor e alunos aprendem juntos, conforme itens a seguir:
ONTEM:
*Como se ensina?
*O conhecimento se transfere.
*O aluno é passivo.
*O conhecimento está pronto/verdade.
*Conhecimento desvinculado da realidade.
*Aprendizagem mecânica.
*Disciplinas.
*Objetivo da educação é o conteúdo.
*Os conteúdos são o fim em si mesmos.
*O professor é a fonte da informação.
*O professor é o transmissor do conhecimento (ENSINA).
*O professor deve dominar os conteúdos da sua disciplina.
HOJE:
*Como o aluno aprende?
*O conhecimento se constrói.
*O aluno é agente de seu aprendizado.
*O conhecimento é dinâmico.
*Conhecimento contextualizado, ancorado na realidade.
*Aprendizagem significativa, duradoura.
*Interdisciplinaridade, transversalidade.
*Objetivo da educação é o desenvolvimento de habilidades e competências, inteligências, atitudes e valores.
*Os conteúdos são os meios para o desenvolvimento de habilidades e competências, inteligências, atitudes e valores.
*As fontes da informação são os livros, CDs, DVDs, revistas, jornais, televisão, rádio, internet, celular.
*O professor é o mediador entre o conhecimento/aluno/realidade (FAZ APRENDER) e também aprende.
*O professor deve ser um especialista no processo de aprendizagem.
Fonte: (FERRAZ, 2002:186)
Dados retirados do Caderno Pedagógico, versão II CURRÍCULO de Maria Conceição Coppete, do Curso de Pedagogia a Distância da Universidade do Estado de Santa Catarina – Centro de Educação a Distância - CEAD, Florianópolis, 2003.
Um currículo pensado, trabalhado desta maneira, quebrando paradigmas e com o auxílio de todos os recursos tecnológicos disponíveis nos dias de hoje como ferramentas facilitadoras da aquisição do conhecimento para o aluno, transformando-o em aprendizagem significativa, faz toda a diferença em nossa prática pedagógica.
Os recursos tecnológicos devem ser usados como instrumentos mediadores, facilitadores no processo de ensino-aprendizagem, buscando sustentação para rompermos com a fragmentação entre teoria e prática.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Proposta de Projeto
1. IDENTIFICAÇÃO
Nome do Cursista:Cleide Galvan Bernardi
Nome da Escola:EEB Dois Irmãos Local: Presidente Castello Branco, SC
Série: Séries Finais do Ensino Fundamental e Médio Número de alunos: 234
Professores envolvidos: Andréia Lúcia Parizotto, Andréia Rosane Longhini Balzzan, Carina Sândi, Cleide Galvan Bernardi, Dianete Matiolo Frigo, Iara Reinke Soares Castro, Ivonete Zambom, Jairo Lucas de Mello, Jane Elisa Wiltgen Savoldi, Josânia Aparecida Jacovas, Lucilene Frigo Gorlin, Marisete Dal Bello, Noeli Terezinha Borsati da Silva, Rosana Maria Scarsatto, Tânia Maria Wiltgen Menegat e Terezinha Matiolo.
2. PROBLEMÁTICA A SER ESTUDADA / DEFINIÇÃO DO TEMA
Os problemas ambientais decorrentes da incorreta ação do homem têm causado diversos danos ao planeta, provocando danos no espaço vegetal, animal e mineral do território de Presidente Castello Branco, afetando a vida e o bem estar dos seres que o habita especialmente sua população.
Frente ao exposto, a comunidade escolar da EEB Dois Irmãos tem feito o seguinte questionamento: A escola, espaço destinado para a formação do cidadão pleno, poderá se constituir como laboratório possibilitador de reflexões e ações que subsidiem os educandos para uma mudança de atitudes, valores e comportamentos voltados para a superação do problema ambiental deste tempo, vivendo e agindo de forma sustentável?
3. JUSTIFICATIVA
Ensinar a criança a produzir ao invés de consumir e gastar, aprendendo a obter o que precisa no presente sem comprometer a estrutura necessária para que as futuras gerações possam viver dignamente está dentre as principais competências da escola do presente século.
Os estudos ambientais recentes e sua respectiva veiculação na mídia têm feito com que estudantes e professores conheçam a realidade ambiental local e global, seus problemas emergentes, e a necessidade de ações urgentes em favor de sua recuperação e proteção.
Sabendo que a transformação dos seres humanos acontece dentro do viver a vida cotidiana, a escola s constitui como espaço ideal para envolver crianças, adolescentes e jovens com o ambiente escolar em sua totalidade, com destaque para os espaços externos: vegetação, canteiros, jardins, áreas livres e inadequadamente aproveitadas ou ociosas. Assim, é preciso considerar este espaço como sendo o início de um sólido aprendizado que conduzirá à criação de uma consciência sustentável e a um relacionamento consciente e responsável entre o homem e a natureza.
Assim, através do projeto passaremos a pensar o espaço escolar como um espaço de sustentabilidade. Dentre as ações previstas destacamos a produção/construção, compreensão e socialização de conhecimentos (contextualizando-os e atribuindo-lhes sentido); redução na produção de lixo; separação e destinação correta do lixo escolar; construção de cisterna para captação da água da chuva; incentivo à produção de alimentos orgânicos como a produção de temperos, chás, legumes, verduras e frutas no espaço escolar; construção de composteira; transformação de espaços ociosos em salas de aula ao ar livre; modificação/ampliação do jardim escolar; captação da energia solar, produzindo energia renovável com garrafas pet; entre outros possíveis e que se fizerem necessários sugeridos pelo coletivo escolar ou por ele aprovados.
4. OBJETIVO (S)
OBJETIVO GERAL: Promover o desenvolvimento de competências, habilidades, atitudes, valores e comportamentos com foco na sustentabilidade, mediante a implantação de práticas sustentáveis na escola.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Promover momentos de estudo e reflexão que levem o estudante a constituir-se e sentir-se agente e sujeito do meio e do ambiente em que está inserido, reconhecendo a interdependência e interrelação entre o homem e o meio ambiente para melhor conhecê-lo, respeitá-lo, recuperá-lo e preservá-lo.
Conhecer metodologias para a criação de ambientes produtivos, sustentáveis e ecológicos que possibilitam o homem habitar a terra sem destruí-la;
Criar espaços aprazíveis para os alunos;
Incentivar a produção e consumo de produtos orgânicos visando uma melhora na qualidade dos alimentos e incentivando-os a uma alimentação saudável;
Aproximar a escola da comunidade, ampliando o interesse por projetos ambientais e se integrar em sua organização e implantação melhorando o relacionamento entre os seres humanos e a natureza;
Envolver os educandos em atividades práticas de produção (construção, inovação, modificação de cisterna, composteira, horta, jardim, pomar, lixeiras), promovendo o desenvolvimento da cooperação, autonomia, solidariedade, iniciativa, participação e responsabilidade individual e social;
Otimizar a utilização dos espaços escolares, transformando a escola num laboratório de (re)construção de saberes, de apropriação dos conteúdos produzidos e sistematizados ao longo da história, experienciando-os na prática escolar.
5. CONTEÚDOS
(Re)construir o conceito de meio ambiente, ecologia, globalização, permacultura, sustentabilidade e de escola sustentável;
Problemas ambientais (desequilíbrio ambiental; secas prolongadas (provocando estiagens e escassez de água); chuvas torrenciais (provocando erosão, deslizamentos de terras de encostas, desmoronamentos de terras e edificações, inundações); vendavais destruindo edificações e plantações; entre outros);
Qualidade de vida (hábitos, atitudes e comportamentos que promovam uma vida saudável, como consumo de alimentos naturais e sem a utilização de agrotóxicos;
Lixo: produção, destinação, redução...;
Espaços de reaproveitamento dos recursos naturais e de transformação de resíduos para posterior utilização, tais como: cisternas, minhocário, composteira, horta, jardim, pomar, viveiro de mudas;
Delimitação de áreas, medidas, cálculos (área, perímetro...);
Produção textual (relatório, roteiro, dissertação, narração, poesia, convite, bilhete, agradecimento, entrevista, diálogo);
Localização (espaço, tempo...).
6. DISCIPLINAS ENVOLVIDAS
Todas as disciplinas (Artes, Biologia, Ciências, Educação Física, Ensino Religioso, Filosofia, Física, Geografia, História, Inglês, Língua Portuguesa, Matemática, Química e Sociologia).
7. METODOLOGIA / PROCEDIMENTOS / CRONOGRAMA
O projeto proposto será guiado pela metodologia participativa, cujas ações permitem a atuação efetiva dos participantes, valorizando seus conhecimentos e experiências, envolvendo-os nas discussões, identificação e busca de soluções para as insuficiências e necessidades suscitadas para saber olhar e transformar seu espaço, criar ações e mobilizar as pessoas e a comunidade.
Os estudos dos conteúdos curriculares serão fundamentados na concepção pedagógica sociointeracionista, enfatizando conceitos relacionados à sustentabilidade, ecologia e permacultura. Para interpretar e usufruir das produções culturais e expressar e comunicar suas idéias, alunos e professores se utilizarão das diferentes linguagens: verbal, temporal, plástica, corporal, gráfica, matemática.
Dentre as ações destacamos: Visitas, discussão, análise, produção textual, delimitação de espaços, medidas, cálculos, construção de mapas, leitura de mapas, registros (fotográficos, filmagens, gravações, relatórios, entrevistas...), produção e declamação de poesias, dramatização de histórias (criadas e (re)criadas, oficinas de estudos, planejamentos, pesquisas e debates; construção de maquetes, participação no processo de construção de cisterna, composteira, horta, jardim, pomar.
1ª Etapa:
Avaliação do espaço externo escolar pelos alunos e professores, com proposição de ações voltadas para a sustentabilidade da escola;
Estudo de viabilidade das ações propostas;
Elaboração de projeto de engenharia com as proposições de ações viáveis;
Construção de maquete para melhor visualização das proposições do projeto;
Participação de todos os alunos no Concurso Municipal referente à Campanha Castellense de Coleta Seletiva de Lixo;
Produção e dramatização de peças teatrais sobre os temas em estudo;
Busca de parcerias junto à APP, Prefeitura Municipal, Epagri, SDR e voluntários da comunidade;
Palestras explicativas e orientadoras sobre construção/instalação de cisternas para captação da água da chuva; organização e preparo de canteiros para jardim e para produção de hortaliças, temperos e chás;
Construção/instalação orientada de uma cisterna para captação da água das chuvas;
Avaliação do projeto pelos professores, alunos, comunidade escolar e comunidade em geral.
8. RECURSOS A SEREM UTILIZADOS (TECNOLÓGICOS OU NÃO)
Humanos: Alunos, professores, direção, assistentes, funcionários da escola, APP, Conselho Deliberativo, Grêmio Estudantil, SDR de Concórdia, GERED de Concórdia, CONDEMA, Epagri, Prefeitura Municipal, Funcionários das Secretarias da Agricultura, Educação, Transportes e Obras e Saúde, nutricionista, engenheiros (agrônomo, civil e florestal), paisagista, Consórcio Lambari, famílias, voluntários da comunidade.
Físicos: Salas de aula; laboratórios de informática e de ciências; área externa da escola; biblioteca; refeitório; área coberta; aterro sanitário municipal e cozinha escolar.
Materiais: Material de uso comum (lápis grafite, borracha, caneta, régua, apontador,); tesoura; grampeador; perfurador; guilhotina; lápis grafite e de cor; tinta (guache, de tecido, acrílica, a óleo); papéis (ofício, A4, pardo, cartolina, duplex, espelho, crepom, dobradura); fita adesiva (durex e gomada); cola (para papel, tecido, couro, tábua, canos, plástico em geral); CDs e DVDs virgens; eletrônicos e tecnológicos (televisor, vídeo cassete, aparelho de DVD, aparelho de som, computador, impressora, fotocopiadora, data show, telefone, câmera fotográfica, filmadora, retroprojetor de lâminas); veículo de transporte (para realização de visitas de estudos); material de construção para construção da cisterna, composteira, horta, jardim e pomar; e, ferramentas e utensílios para realização das atividades na horta, jardim e pomar.
9. REGISTRO DO PROCESSO
O processo será registrado através: de produção de mapas, de produções textuais (relatório, roteiro, dissertação, narração, poesia, convite, bilhete, agradecimento, entrevista, diálogo); de registros fotográficos, filmagens e gravações.
10. AVALIAÇÃO E RESULTADOS ESPERADOS
O projeto será avaliado através da participação e envolvimento de todos os alunos, professores, entidades democráticas da escola, comunidade escolar e voluntários; pelo resultado das ações ´propostas/realizadas e, principalmente, pela construção dos conhecimentos pelos alunos ao longo das atividades.
11. DIVULGAÇÃO / SOCIALIZAÇÃO DO PROJETO REALIZADO
Os resultados serão divulgados em Mostras Escolares do Conhecimento, Reuniões Pedagógicas, Conselhos de Classe, Momentos Cívicos, Jornal, Blog, Mural Escolar.
12. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BRASIL. O que é Educação Ambiental? Programa de Gestão Ambiental. Ministério Público Federal. Procuradoria Geral da República. Brasília, DF. Disponível em: http://pga.pgr.mpf.gov.br/pga/educacao/que-e-ea/o-que-e-educacao-ambiental. Acesso em 19 de Jul. 2010.
______. Alguns Conceitos de Educação Ambiental. Programa de Gestão Ambiental. Ministério Público Federal. Procuradoria Geral da República. Brasília, DF. Disponível em: http://pga.pgr.mpf.gov.br/pga/educacao/alguns-conceitos/alguns-conceitos-de-educacao-ambiental. Acesso em 19 de Jul. 2010.
______. Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global. Programa de Gestão Ambiental. Ministério Público Federal. Procuradoria Geral da República. Brasília, DF. Disponível em: http://pga.pgr.mpf.gov.br/boletins/arquivos-de-boletins-2009/tratado-de-educacao-ambiental-para-sociedades-sustentaveis-e-responsabilidade-global. Acesso em 19 de Jul. 2010.
______. Lei nº 9795, de 27 de abril de 1999 que Institui a Política Nacional de Educação Ambiental. Disponível em: Acesso em: 19 de Jul. 2010.
______. Parâmetros Curriculares Nacionais: Meio Ambiente. Disponível em: <> Acesso em: 21 de Jul. 2010.
GONÇALVES, Sílvia N. Carta da Terra Para Crianças. NAIA: Núcleo de Amigos da Infância e da Adolescência. Disponível em: http://www.cartadaterra.com.br/pdf/CTparacriancasNAIA.pdf
Acesso em 19 Jul 2010.
IPEC, O Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado. O que é uma escola sustentável. Pirenópolis, Goiás. Disponível em: . Acesso em 21 Jul. 2010.
_____. O que é Permacultura. Pirenópolis, Goiás. Disponível em: < page_id="14">. Acesso em 21 Jul. 2010.
_____. 10 Motivos para Começar a Mudar sua Escola. Pirenópolis, Goiás. Disponível em: . Acesso em 21 Jul. 2010.
_____. Deixe o Verde Perto. Pirenópolis, Goiás. Disponível em: < page_id="19">. Acesso em 21 Jul. 2010.
SONY PICTURES. Filme 2012. Aventura. Direção de Roland Emmerich, 158 min.
WIKIPÉDIA. Meio Ambiente. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Meio_ambiente. Acesso em 20 Jul 2010.
__________. Sustentabilidade. Disponível em: . Acesso em 21 Jul 2010.
__________. Ecovilas. Disponível em: . Acesso em 21 Jul 2010.
OBS: Referencial bibliográfico está em construção. As bibliografias para os demais temas do estudo estão sendo consultadas/lidas. Assim que selecionadas integrarão as Referências deste projeto.
Nome do Cursista:Cleide Galvan Bernardi
Nome da Escola:EEB Dois Irmãos Local: Presidente Castello Branco, SC
Série: Séries Finais do Ensino Fundamental e Médio Número de alunos: 234
Professores envolvidos: Andréia Lúcia Parizotto, Andréia Rosane Longhini Balzzan, Carina Sândi, Cleide Galvan Bernardi, Dianete Matiolo Frigo, Iara Reinke Soares Castro, Ivonete Zambom, Jairo Lucas de Mello, Jane Elisa Wiltgen Savoldi, Josânia Aparecida Jacovas, Lucilene Frigo Gorlin, Marisete Dal Bello, Noeli Terezinha Borsati da Silva, Rosana Maria Scarsatto, Tânia Maria Wiltgen Menegat e Terezinha Matiolo.
2. PROBLEMÁTICA A SER ESTUDADA / DEFINIÇÃO DO TEMA
Os problemas ambientais decorrentes da incorreta ação do homem têm causado diversos danos ao planeta, provocando danos no espaço vegetal, animal e mineral do território de Presidente Castello Branco, afetando a vida e o bem estar dos seres que o habita especialmente sua população.
Frente ao exposto, a comunidade escolar da EEB Dois Irmãos tem feito o seguinte questionamento: A escola, espaço destinado para a formação do cidadão pleno, poderá se constituir como laboratório possibilitador de reflexões e ações que subsidiem os educandos para uma mudança de atitudes, valores e comportamentos voltados para a superação do problema ambiental deste tempo, vivendo e agindo de forma sustentável?
3. JUSTIFICATIVA
Ensinar a criança a produzir ao invés de consumir e gastar, aprendendo a obter o que precisa no presente sem comprometer a estrutura necessária para que as futuras gerações possam viver dignamente está dentre as principais competências da escola do presente século.
Os estudos ambientais recentes e sua respectiva veiculação na mídia têm feito com que estudantes e professores conheçam a realidade ambiental local e global, seus problemas emergentes, e a necessidade de ações urgentes em favor de sua recuperação e proteção.
Sabendo que a transformação dos seres humanos acontece dentro do viver a vida cotidiana, a escola s constitui como espaço ideal para envolver crianças, adolescentes e jovens com o ambiente escolar em sua totalidade, com destaque para os espaços externos: vegetação, canteiros, jardins, áreas livres e inadequadamente aproveitadas ou ociosas. Assim, é preciso considerar este espaço como sendo o início de um sólido aprendizado que conduzirá à criação de uma consciência sustentável e a um relacionamento consciente e responsável entre o homem e a natureza.
Assim, através do projeto passaremos a pensar o espaço escolar como um espaço de sustentabilidade. Dentre as ações previstas destacamos a produção/construção, compreensão e socialização de conhecimentos (contextualizando-os e atribuindo-lhes sentido); redução na produção de lixo; separação e destinação correta do lixo escolar; construção de cisterna para captação da água da chuva; incentivo à produção de alimentos orgânicos como a produção de temperos, chás, legumes, verduras e frutas no espaço escolar; construção de composteira; transformação de espaços ociosos em salas de aula ao ar livre; modificação/ampliação do jardim escolar; captação da energia solar, produzindo energia renovável com garrafas pet; entre outros possíveis e que se fizerem necessários sugeridos pelo coletivo escolar ou por ele aprovados.
4. OBJETIVO (S)
OBJETIVO GERAL: Promover o desenvolvimento de competências, habilidades, atitudes, valores e comportamentos com foco na sustentabilidade, mediante a implantação de práticas sustentáveis na escola.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Promover momentos de estudo e reflexão que levem o estudante a constituir-se e sentir-se agente e sujeito do meio e do ambiente em que está inserido, reconhecendo a interdependência e interrelação entre o homem e o meio ambiente para melhor conhecê-lo, respeitá-lo, recuperá-lo e preservá-lo.
Conhecer metodologias para a criação de ambientes produtivos, sustentáveis e ecológicos que possibilitam o homem habitar a terra sem destruí-la;
Criar espaços aprazíveis para os alunos;
Incentivar a produção e consumo de produtos orgânicos visando uma melhora na qualidade dos alimentos e incentivando-os a uma alimentação saudável;
Aproximar a escola da comunidade, ampliando o interesse por projetos ambientais e se integrar em sua organização e implantação melhorando o relacionamento entre os seres humanos e a natureza;
Envolver os educandos em atividades práticas de produção (construção, inovação, modificação de cisterna, composteira, horta, jardim, pomar, lixeiras), promovendo o desenvolvimento da cooperação, autonomia, solidariedade, iniciativa, participação e responsabilidade individual e social;
Otimizar a utilização dos espaços escolares, transformando a escola num laboratório de (re)construção de saberes, de apropriação dos conteúdos produzidos e sistematizados ao longo da história, experienciando-os na prática escolar.
5. CONTEÚDOS
(Re)construir o conceito de meio ambiente, ecologia, globalização, permacultura, sustentabilidade e de escola sustentável;
Problemas ambientais (desequilíbrio ambiental; secas prolongadas (provocando estiagens e escassez de água); chuvas torrenciais (provocando erosão, deslizamentos de terras de encostas, desmoronamentos de terras e edificações, inundações); vendavais destruindo edificações e plantações; entre outros);
Qualidade de vida (hábitos, atitudes e comportamentos que promovam uma vida saudável, como consumo de alimentos naturais e sem a utilização de agrotóxicos;
Lixo: produção, destinação, redução...;
Espaços de reaproveitamento dos recursos naturais e de transformação de resíduos para posterior utilização, tais como: cisternas, minhocário, composteira, horta, jardim, pomar, viveiro de mudas;
Delimitação de áreas, medidas, cálculos (área, perímetro...);
Produção textual (relatório, roteiro, dissertação, narração, poesia, convite, bilhete, agradecimento, entrevista, diálogo);
Localização (espaço, tempo...).
6. DISCIPLINAS ENVOLVIDAS
Todas as disciplinas (Artes, Biologia, Ciências, Educação Física, Ensino Religioso, Filosofia, Física, Geografia, História, Inglês, Língua Portuguesa, Matemática, Química e Sociologia).
7. METODOLOGIA / PROCEDIMENTOS / CRONOGRAMA
O projeto proposto será guiado pela metodologia participativa, cujas ações permitem a atuação efetiva dos participantes, valorizando seus conhecimentos e experiências, envolvendo-os nas discussões, identificação e busca de soluções para as insuficiências e necessidades suscitadas para saber olhar e transformar seu espaço, criar ações e mobilizar as pessoas e a comunidade.
Os estudos dos conteúdos curriculares serão fundamentados na concepção pedagógica sociointeracionista, enfatizando conceitos relacionados à sustentabilidade, ecologia e permacultura. Para interpretar e usufruir das produções culturais e expressar e comunicar suas idéias, alunos e professores se utilizarão das diferentes linguagens: verbal, temporal, plástica, corporal, gráfica, matemática.
Dentre as ações destacamos: Visitas, discussão, análise, produção textual, delimitação de espaços, medidas, cálculos, construção de mapas, leitura de mapas, registros (fotográficos, filmagens, gravações, relatórios, entrevistas...), produção e declamação de poesias, dramatização de histórias (criadas e (re)criadas, oficinas de estudos, planejamentos, pesquisas e debates; construção de maquetes, participação no processo de construção de cisterna, composteira, horta, jardim, pomar.
1ª Etapa:
Avaliação do espaço externo escolar pelos alunos e professores, com proposição de ações voltadas para a sustentabilidade da escola;
Estudo de viabilidade das ações propostas;
Elaboração de projeto de engenharia com as proposições de ações viáveis;
Construção de maquete para melhor visualização das proposições do projeto;
Participação de todos os alunos no Concurso Municipal referente à Campanha Castellense de Coleta Seletiva de Lixo;
Produção e dramatização de peças teatrais sobre os temas em estudo;
Busca de parcerias junto à APP, Prefeitura Municipal, Epagri, SDR e voluntários da comunidade;
Palestras explicativas e orientadoras sobre construção/instalação de cisternas para captação da água da chuva; organização e preparo de canteiros para jardim e para produção de hortaliças, temperos e chás;
Construção/instalação orientada de uma cisterna para captação da água das chuvas;
Avaliação do projeto pelos professores, alunos, comunidade escolar e comunidade em geral.
8. RECURSOS A SEREM UTILIZADOS (TECNOLÓGICOS OU NÃO)
Humanos: Alunos, professores, direção, assistentes, funcionários da escola, APP, Conselho Deliberativo, Grêmio Estudantil, SDR de Concórdia, GERED de Concórdia, CONDEMA, Epagri, Prefeitura Municipal, Funcionários das Secretarias da Agricultura, Educação, Transportes e Obras e Saúde, nutricionista, engenheiros (agrônomo, civil e florestal), paisagista, Consórcio Lambari, famílias, voluntários da comunidade.
Físicos: Salas de aula; laboratórios de informática e de ciências; área externa da escola; biblioteca; refeitório; área coberta; aterro sanitário municipal e cozinha escolar.
Materiais: Material de uso comum (lápis grafite, borracha, caneta, régua, apontador,); tesoura; grampeador; perfurador; guilhotina; lápis grafite e de cor; tinta (guache, de tecido, acrílica, a óleo); papéis (ofício, A4, pardo, cartolina, duplex, espelho, crepom, dobradura); fita adesiva (durex e gomada); cola (para papel, tecido, couro, tábua, canos, plástico em geral); CDs e DVDs virgens; eletrônicos e tecnológicos (televisor, vídeo cassete, aparelho de DVD, aparelho de som, computador, impressora, fotocopiadora, data show, telefone, câmera fotográfica, filmadora, retroprojetor de lâminas); veículo de transporte (para realização de visitas de estudos); material de construção para construção da cisterna, composteira, horta, jardim e pomar; e, ferramentas e utensílios para realização das atividades na horta, jardim e pomar.
9. REGISTRO DO PROCESSO
O processo será registrado através: de produção de mapas, de produções textuais (relatório, roteiro, dissertação, narração, poesia, convite, bilhete, agradecimento, entrevista, diálogo); de registros fotográficos, filmagens e gravações.
10. AVALIAÇÃO E RESULTADOS ESPERADOS
O projeto será avaliado através da participação e envolvimento de todos os alunos, professores, entidades democráticas da escola, comunidade escolar e voluntários; pelo resultado das ações ´propostas/realizadas e, principalmente, pela construção dos conhecimentos pelos alunos ao longo das atividades.
11. DIVULGAÇÃO / SOCIALIZAÇÃO DO PROJETO REALIZADO
Os resultados serão divulgados em Mostras Escolares do Conhecimento, Reuniões Pedagógicas, Conselhos de Classe, Momentos Cívicos, Jornal, Blog, Mural Escolar.
12. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BRASIL. O que é Educação Ambiental? Programa de Gestão Ambiental. Ministério Público Federal. Procuradoria Geral da República. Brasília, DF. Disponível em: http://pga.pgr.mpf.gov.br/pga/educacao/que-e-ea/o-que-e-educacao-ambiental. Acesso em 19 de Jul. 2010.
______. Alguns Conceitos de Educação Ambiental. Programa de Gestão Ambiental. Ministério Público Federal. Procuradoria Geral da República. Brasília, DF. Disponível em: http://pga.pgr.mpf.gov.br/pga/educacao/alguns-conceitos/alguns-conceitos-de-educacao-ambiental. Acesso em 19 de Jul. 2010.
______. Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global. Programa de Gestão Ambiental. Ministério Público Federal. Procuradoria Geral da República. Brasília, DF. Disponível em: http://pga.pgr.mpf.gov.br/boletins/arquivos-de-boletins-2009/tratado-de-educacao-ambiental-para-sociedades-sustentaveis-e-responsabilidade-global. Acesso em 19 de Jul. 2010.
______. Lei nº 9795, de 27 de abril de 1999 que Institui a Política Nacional de Educação Ambiental. Disponível em: Acesso em: 19 de Jul. 2010.
______. Parâmetros Curriculares Nacionais: Meio Ambiente. Disponível em: <> Acesso em: 21 de Jul. 2010.
GONÇALVES, Sílvia N. Carta da Terra Para Crianças. NAIA: Núcleo de Amigos da Infância e da Adolescência. Disponível em: http://www.cartadaterra.com.br/pdf/CTparacriancasNAIA.pdf
Acesso em 19 Jul 2010.
IPEC, O Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado. O que é uma escola sustentável. Pirenópolis, Goiás. Disponível em: . Acesso em 21 Jul. 2010.
_____. O que é Permacultura. Pirenópolis, Goiás. Disponível em: < page_id="14">. Acesso em 21 Jul. 2010.
_____. 10 Motivos para Começar a Mudar sua Escola. Pirenópolis, Goiás. Disponível em: . Acesso em 21 Jul. 2010.
_____. Deixe o Verde Perto. Pirenópolis, Goiás. Disponível em: < page_id="19">. Acesso em 21 Jul. 2010.
SONY PICTURES. Filme 2012. Aventura. Direção de Roland Emmerich, 158 min.
WIKIPÉDIA. Meio Ambiente. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Meio_ambiente. Acesso em 20 Jul 2010.
__________. Sustentabilidade. Disponível em: . Acesso em 21 Jul 2010.
__________. Ecovilas. Disponível em: . Acesso em 21 Jul 2010.
OBS: Referencial bibliográfico está em construção. As bibliografias para os demais temas do estudo estão sendo consultadas/lidas. Assim que selecionadas integrarão as Referências deste projeto.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Banco de Projetos
CURSO: ELABORAÇÃO DE PROJETOS
NTE CONCÒRDIA POLO 2 – MEC
PROFª /TUTORA: KAREN ANGÉLICA SEITENFUS AULER
CURSISTA: Cleide Galvan Bernardi.
Nome do Cursista: Cleide Galvan Bernardi.
Nome da Escola: Escola de Educação Básica Dois Irmãos
Séries: Ensino Fundamental e Médio.
Envolvidos: Direção, Professores, Alunos e Funcionários da Escola.
Título do Projeto: “Momento do Hino”
Características do projeto: O projeto é interdisciplinar, uma vez que estão envolvidos todos os professores com suas respectivas disciplinas.
Tecnologias utilizadas: Aparelho de som e Cd.
Descrição geral do Projeto:
O projeto “Momento do Hino”, é realizado toda segunda-feira, no início da aula ou retorno do recreio, nos períodos matutino, vespertino e noturno envolvendo direção, professores presentes no momento, todos os alunos e funcionários da escola.
Este trabalho vem sendo realizado a vários anos e terá continuidade nos próximos, com suas respectivas modificações.
Em cada turno e segunda – feira dois alunos de uma série, seguram a Bandeira Nacional de frente para os demais presentes, para a execução do Hino Nacional.
Para segurar a Bandeira é feito uma escala com o dia do mês, a turma/série e o período conforme tabela anexa. A escala é feita pela Professora Cleide, responsável da biblioteca da escola.
A escala é feita por mês, seguindo a ordem de onde parou no mês anterior e exposta no mural para facilitar a visualização da mesma.
Na última segunda - feira de cada mês, após cantar o Hino, são chamados alunos, professores e funcionários aniversariantes do mês para cantar parabéns.
NTE CONCÒRDIA POLO 2 – MEC
PROFª /TUTORA: KAREN ANGÉLICA SEITENFUS AULER
CURSISTA: Cleide Galvan Bernardi.
Nome do Cursista: Cleide Galvan Bernardi.
Nome da Escola: Escola de Educação Básica Dois Irmãos
Séries: Ensino Fundamental e Médio.
Envolvidos: Direção, Professores, Alunos e Funcionários da Escola.
Título do Projeto: “Momento do Hino”
Características do projeto: O projeto é interdisciplinar, uma vez que estão envolvidos todos os professores com suas respectivas disciplinas.
Tecnologias utilizadas: Aparelho de som e Cd.
Descrição geral do Projeto:
O projeto “Momento do Hino”, é realizado toda segunda-feira, no início da aula ou retorno do recreio, nos períodos matutino, vespertino e noturno envolvendo direção, professores presentes no momento, todos os alunos e funcionários da escola.
Este trabalho vem sendo realizado a vários anos e terá continuidade nos próximos, com suas respectivas modificações.
Em cada turno e segunda – feira dois alunos de uma série, seguram a Bandeira Nacional de frente para os demais presentes, para a execução do Hino Nacional.
Para segurar a Bandeira é feito uma escala com o dia do mês, a turma/série e o período conforme tabela anexa. A escala é feita pela Professora Cleide, responsável da biblioteca da escola.
A escala é feita por mês, seguindo a ordem de onde parou no mês anterior e exposta no mural para facilitar a visualização da mesma.
Na última segunda - feira de cada mês, após cantar o Hino, são chamados alunos, professores e funcionários aniversariantes do mês para cantar parabéns.
domingo, 4 de julho de 2010
CURSO: ELABORAÇÃO DE PROJETOS
NTE CONCÓRDIA POLO 2 – MEC
PROFª/TUTORA: KAREN ANGÉLICA SEITENFUS AULER
CURSISTA: Cleide Galvan Bernardi.
Atividade 1.3 PROJETOS E SUAS CARACTERÍSTICAS
Todo projeto é indisciplinar? É possível desenvolver um projeto focado em um tema de uma determinada área do conhecimento?
Essas indagações precisam ser feitas sempre que se pensa em trabalhar o conteúdo em forma de projetos, uma vez que as áreas do conhecimento são inúmeras e, por isso, devem ser claramente definidas para facilitar a pesquisa bibliográfica, fichamentos, arquivos etc.Contudo, isso não quer dizer que todo conhecimento obrigatoriamente seja construído por meio de projeto, segundo Mariano Batista Alencar.
Porém, de nada adianta envolvermos toda a escola, todas as disciplinas, se este trabalho não vem acrescentar nada ou quase nada na aprendizagem significativa do aluno, sendo este o principal motivo para o trabalho.
Como menciona a Profª Maria Elizabeth, o aluno precisa ser sujeito ativo da aprendizagem e os professores precisam estar neste processo como instigadores de seus alunos, na busca de respostas para suas indagações. “As principais vantagens de se trabalhar através de projeto é que a aprendizagem passa a ser significativa, centrada nas relações e nos procedimentos. Uma vez identificado o problema e formuladas algumas hipóteses, é possível traçar os passos seguintes: definição do material de apoio para a pesquisa, que será utilizado para a busca de respostas, de confirmação ou não das hipóteses levantadas. As ações a serem desenvolvidas evidentemente serão determinadas pelo tipo de pesquisa.” “O trabalho com projetos é positivo tanto para o aluno quanto para o professor. Ganha o professor, que se sente mais realizado com o envolvimento dos alunos e com os resultados obtidos; ganha o aluno, que aprende mais do que aprenderia na situação de simples receptor de informações. Assim a informação passa a ser tratada de forma construtiva e proveitosa e o estudante desenvolve a capacidade de selecionar, organizar, priorizar, analisar, sintetizar.”
O projeto nasce de um questionamento, de uma necessidade de saber, que pode surgir tanto do aluno quanto do professor. A chave do sucesso de um projeto está em sua base: a curiosidade, a necessidade de saber, de compreender a realidade.
A propósito deste enfoque, Fernando Henandez (1998) diz que, “convém destacar a introdução dos projetos de trabalho como uma forma de vincular a teoria com a prática e a finalidade de alcançar os objetivos”.
Para Paulo Freire, ao trabalhar com projetos interdisciplinares, “tanto educadores quanto educandos envoltos numa pesquisa, não serão mais os mesmos. Os resultados devem implicar em mais qualidade de vida, devem ser indicativos de mais cidadania, de mais participação nas decisões da vida cotidiana e da vida social. Devem, enfim, alimentar o sonho possível e a utopia necessária para uma nova lógica de vida”. O trabalho com projetos exige do professor uma postura diferenciada. Este precisa introduzir uma nova maneira de fazer na qual o processo de reflexão e interpretação sobre a prática seja a pauta que permite tornar significativa a relação entre o ensinar e o aprender.
http://www.mundojovem.com.br/projetos/pedagogicos/projeto-projetos-e-interdisciplinaridade.php
NTE CONCÓRDIA POLO 2 – MEC
PROFª/TUTORA: KAREN ANGÉLICA SEITENFUS AULER
CURSISTA: Cleide Galvan Bernardi.
Atividade 1.3 PROJETOS E SUAS CARACTERÍSTICAS
Todo projeto é indisciplinar? É possível desenvolver um projeto focado em um tema de uma determinada área do conhecimento?
Essas indagações precisam ser feitas sempre que se pensa em trabalhar o conteúdo em forma de projetos, uma vez que as áreas do conhecimento são inúmeras e, por isso, devem ser claramente definidas para facilitar a pesquisa bibliográfica, fichamentos, arquivos etc.Contudo, isso não quer dizer que todo conhecimento obrigatoriamente seja construído por meio de projeto, segundo Mariano Batista Alencar.
Porém, de nada adianta envolvermos toda a escola, todas as disciplinas, se este trabalho não vem acrescentar nada ou quase nada na aprendizagem significativa do aluno, sendo este o principal motivo para o trabalho.
Como menciona a Profª Maria Elizabeth, o aluno precisa ser sujeito ativo da aprendizagem e os professores precisam estar neste processo como instigadores de seus alunos, na busca de respostas para suas indagações. “As principais vantagens de se trabalhar através de projeto é que a aprendizagem passa a ser significativa, centrada nas relações e nos procedimentos. Uma vez identificado o problema e formuladas algumas hipóteses, é possível traçar os passos seguintes: definição do material de apoio para a pesquisa, que será utilizado para a busca de respostas, de confirmação ou não das hipóteses levantadas. As ações a serem desenvolvidas evidentemente serão determinadas pelo tipo de pesquisa.” “O trabalho com projetos é positivo tanto para o aluno quanto para o professor. Ganha o professor, que se sente mais realizado com o envolvimento dos alunos e com os resultados obtidos; ganha o aluno, que aprende mais do que aprenderia na situação de simples receptor de informações. Assim a informação passa a ser tratada de forma construtiva e proveitosa e o estudante desenvolve a capacidade de selecionar, organizar, priorizar, analisar, sintetizar.”
O projeto nasce de um questionamento, de uma necessidade de saber, que pode surgir tanto do aluno quanto do professor. A chave do sucesso de um projeto está em sua base: a curiosidade, a necessidade de saber, de compreender a realidade.
A propósito deste enfoque, Fernando Henandez (1998) diz que, “convém destacar a introdução dos projetos de trabalho como uma forma de vincular a teoria com a prática e a finalidade de alcançar os objetivos”.
Para Paulo Freire, ao trabalhar com projetos interdisciplinares, “tanto educadores quanto educandos envoltos numa pesquisa, não serão mais os mesmos. Os resultados devem implicar em mais qualidade de vida, devem ser indicativos de mais cidadania, de mais participação nas decisões da vida cotidiana e da vida social. Devem, enfim, alimentar o sonho possível e a utopia necessária para uma nova lógica de vida”. O trabalho com projetos exige do professor uma postura diferenciada. Este precisa introduzir uma nova maneira de fazer na qual o processo de reflexão e interpretação sobre a prática seja a pauta que permite tornar significativa a relação entre o ensinar e o aprender.
http://www.mundojovem.com.br/projetos/pedagogicos/projeto-projetos-e-interdisciplinaridade.php
quinta-feira, 1 de julho de 2010
CURSO: ELABORAÇÃO DE PROJETOS
NTE CONCÓRDIA / MEC
PROFESSORA/TUTORA – KAREN ANGÉLICA SEITENFUS AULER
CURSISTA – Cleide Galvan Bernardi
ATIVIDADE 1.2 – Diálogo Teórico
Diálogo Teórico
Fernando Hernández – Projetos Didáticos
“ Para Hernández, organizar o currículo por projetos didáticos, propõe que o docente abandone o papel de “transmissor de conteúdos” para se transformar num pesquisador. O aluno, por sua vez, passa de receptor passivo a sujeito do processo.”
“É importante entender que não há um método a seguir, mas uma série de condições a respeitar. O primeiro passo é determinar um assunto – a escolha pode ser feita partindo de uma sugestão do mestre ou da garotada. “Todas as coisas podem ser ensinadas por meio de projetos, basta que se tenha uma dúvida inicial e que se comece a pesquisar e buscar evidências sobre o assunto”, diz.”
“Hernández alerta que não basta o tema ser “do gosto” dos alunos, se não despertar a curiosidade por novos conhecimentos. Por isso, uma etapa importante é a de levantamento de dúvidas e definição de objetivos de aprendizagem. O projeto avança à medida que as perguntas são respondidas e o ideal é fazer anotações para comparar erros e acertos – isso vale para alunos e professores porque facilita a tomada de decisões.”
“Todo o trabalho deve estar alicerçado nos conteúdos pré-definidos pela escola e pode (ou não) ser interdisciplinar.”
“Para Hernandez a organização do currículo deve ser feita por projetos de trabalho, com atuação conjunta de alunos e professores. As diferentes fases e atividades que compõem um projeto ajudam os estudantes a desenvolver a consciência sobre o próprio processo de aprendizagem, porém todo projeto precisa estar relacionado aos conteúdos para não perder o taco. Além disso, é fundamental estabelecer limites e metas para a conclusão dos trabalhos.”
FERNANDO Hernández. Disponível em: htm>. Acesso em: 29.jun. 2010
http://eproinfo.mec.gov.br/webfolio/Mod85175/conteudo/unidade_1/Eixo1-Texto10.pdf
Colegas! Outras boas informações sobre o trabalho com projetos em:
http://www.cchia.ufrn.br/humanidades/ARTIGOS/GT01/Artigo_Humanidades.pdf.
AS CONTRIBUIÇÕES DOS PROJETOS DE TRABALHO PARA A ELABORAÇÃO CONCEITUAL NO ENSINO FUNDAMENTAL CICLO BÁSICO.
Maria Luísa da Costa Bezerra, Graduanda de Pedagogia UFRN
Profª. Drª Márcia Maria Gurgel Ribeiro – Departamento de Educação UFRN
NTE CONCÓRDIA / MEC
PROFESSORA/TUTORA – KAREN ANGÉLICA SEITENFUS AULER
CURSISTA – Cleide Galvan Bernardi
ATIVIDADE 1.2 – Diálogo Teórico
Diálogo Teórico
Fernando Hernández – Projetos Didáticos
“ Para Hernández, organizar o currículo por projetos didáticos, propõe que o docente abandone o papel de “transmissor de conteúdos” para se transformar num pesquisador. O aluno, por sua vez, passa de receptor passivo a sujeito do processo.”
“É importante entender que não há um método a seguir, mas uma série de condições a respeitar. O primeiro passo é determinar um assunto – a escolha pode ser feita partindo de uma sugestão do mestre ou da garotada. “Todas as coisas podem ser ensinadas por meio de projetos, basta que se tenha uma dúvida inicial e que se comece a pesquisar e buscar evidências sobre o assunto”, diz.”
“Hernández alerta que não basta o tema ser “do gosto” dos alunos, se não despertar a curiosidade por novos conhecimentos. Por isso, uma etapa importante é a de levantamento de dúvidas e definição de objetivos de aprendizagem. O projeto avança à medida que as perguntas são respondidas e o ideal é fazer anotações para comparar erros e acertos – isso vale para alunos e professores porque facilita a tomada de decisões.”
“Todo o trabalho deve estar alicerçado nos conteúdos pré-definidos pela escola e pode (ou não) ser interdisciplinar.”
“Para Hernandez a organização do currículo deve ser feita por projetos de trabalho, com atuação conjunta de alunos e professores. As diferentes fases e atividades que compõem um projeto ajudam os estudantes a desenvolver a consciência sobre o próprio processo de aprendizagem, porém todo projeto precisa estar relacionado aos conteúdos para não perder o taco. Além disso, é fundamental estabelecer limites e metas para a conclusão dos trabalhos.”
FERNANDO Hernández. Disponível em:
http://eproinfo.mec.gov.br/webfolio/Mod85175/conteudo/unidade_1/Eixo1-Texto10.pdf
Colegas! Outras boas informações sobre o trabalho com projetos em:
http://www.cchia.ufrn.br/humanidades/ARTIGOS/GT01/Artigo_Humanidades.pdf.
AS CONTRIBUIÇÕES DOS PROJETOS DE TRABALHO PARA A ELABORAÇÃO CONCEITUAL NO ENSINO FUNDAMENTAL CICLO BÁSICO.
Maria Luísa da Costa Bezerra, Graduanda de Pedagogia UFRN
Profª. Drª Márcia Maria Gurgel Ribeiro – Departamento de Educação UFRN
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